São em dias inúteis como o de hoje, que marcamos a vida entre duas pontas distintas. Não digo que estou triste, porque na realidade até posso me sentir em baixo, mas não sou invadida por esse sentimento profundo.
Sou feliz, embora esteja ligeiramente esquecida do caminho devido a percorrer...
Deixas-me assim. De maneira estúpida.
Indecisa.
Não sei se continuar com a minha vida será o melhor,
ou se travar a fundo
e encaracolar o teu cabelo no meu dedo
não será a melhor solução.
Vagueio.
Lembraste quando a minha vida era assim?
Não quero voltar ao mesmo. Sei que nunca te perdi. Nunca mesmo. Que estás sempre enrolado em mim, que não me deixas sentir até coisa estranha, sensação de dor física...Sinto saudades dos teus tempos. De olhar e sorrir para ti.
De acreditar que as estrelas são recadinhos bonitos que envio-te durante a noite e acredito que estás lá bem sentadinho com o teu cigarrinho que eu agora não largo.
Tenho saudades. e sinto-me sem abrigo sem ti por cá. sei que nunca me deixarás sozinha. seja como for. NUNCA.
Mas sinto...aquelas saudades pequeninas e irritantes de ti. Aquelas que nos fazem recordar todos os nossos minutos...segundos. sinto a tua falta. TANTO.
Abraça-me. Grita-me o futuro bonito.
Afasta o frio das minhas mãos como as tuas quentes e macias.
Porra. SAUDADE. Aquela saudade.
Adoro te . Amo-te meu anjo *
terça-feira, 13 de novembro de 2007
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